Jerusalém, a capital judaica

André Lasjt, da ONG StandWithUs Brasil, fez uma palestra na Sede sobre a recente mudança da Embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. Segundo ele, como todos os órgãos governamentais israelenses ficam na parte Ocidental da cidade, seria natural que as embaixadas também se localizassem lá. “O que o Trump fez, com este ato, foi reconhecer Jerusalém como capital de Israel, e não tentar delimitar fronteiras para a parte israelense ou palestina”, explicou. Segundo ele, compareceram representantes de 32 países, que apoiaram esse ato, e outros 40 boicotaram a decisão.

Lajst, que fez bacharelado e mestrado na IDC Herzlyia, em Israel, onde se especializou em Governo, Política, Contraterrorismo e sobre o conflito árabe-israelense, também comentou os últimos acontecimentos na Faixa de Gaza, sobre a mídia não divulgar dados importantes, como o fato de muitas das vítimas palestinas serem terroristas do Grupo Hamas.  “Eles fizeram várias tentativas de invadir e atingir Israel, com diversos tipos de artefatos, e o exército israelense não podia deixar sua população em risco”, contou.

O palestrante ainda abordou todas as tentativas de negociações de paz entre Israel e os palestinos ao longo da história e, segundo ele, muitos não avançaram por discordâncias sobre Jerusalém. “O ex-primeiro ministro de Israel, Ehud Olmert, em 2008, chegou até a propor que a cidade tivesse o controle internacional da ONU, mas os palestinos não aceitaram”.

No final da tarde com muita informação e reflexão, Lajst tirou as dúvidas da plateia.