Jovens em Israel

Os jovens Carolina Breinis e Yonathan Busquila Listik, do Habonim Dror Brasil, falaram na Sede sobre suas vivências em Israel, os kibutzim e em como atrair o interesse dos jovens para temas como sionismo e Israel. “Acho que esses temas devem ser apresentados com a complexidade que exigem, pois sem senso crítico, não há apego”, disse Yonathan, que hoje é sheliach do Dror em São Paulo.

Carolina, que fez o programa Shnat – no qual o estudante fica um ano em Israel -, contou sobre sua dificuldade com o idioma em um primeiro momento e todos os desafios que viveu durante sua estada no Estado Judeu. “Penso em voltar para lá, para fazer um curso ou por algum outro motivo”, disse. Neta da chaverá Frida Kier Weingarten, Carolina relatou como o movimento Habonim Dror a fez se interessar mais por Israel. “Eu já gostava do tema na escola, no Renascença, onde estudei, mas no movimento juvenil comecei a entender mais profundamente a complexidade local”, explicou.

Já Yonathan, que depois do Shnat fez aliá (imigração para Israel), se surpreendeu com a qualidade da universidade no país e falou de sua adaptação. “Eu estudava e trabalhava como garçom, mas depois consegui emprego em uma ONG, fiz mestrado na Universidade de Tel Aviv, até conseguir essa oportunidade de me tornar sheliach e poder voltar ao Brasil, onde está minha família”. Ele também explicou sobre os diversos tipos de kibutzim, como o kibutz urbano. “Hoje creio que o kibutz urbano substituiu o tradicional em sua importância para a sociedade e sua influência na política israelense”, afirmou.

Os jovens, entusiasmados, responderam questões levantadas pelo público presente.