O sentido da vida no judaísmo

Em uma tarde realizada em homenagem às chaverot Fany Feldman, Laura Rosen, Manhucia Liberman, Noreen Sarue e Rosa Garfinkel (zicaron lebrachá – benditas suas memórias) pela contribuição inestimável à causa WIZO, foi feita na Sede uma celebração à vida. Após relatos sobre os feitos significativos destas voluntárias, rabino Samy Pinto falou sobre os significados da vida no Judaísmo.

O rabino citou Moshé Rabenu, que queria viver para chegar a Eretz Israel e pediu a D´us algumas horas a mais, nem que fosse como um pássaro. “Ele queria viver, mesmo numa condição de vida rebaixada como a de um animal, de tão preciosa que considerava a vida”, explicou.

Outro exemplo de amor à vida dado pelo rabino foi o do Gaon de Vilna, um dos grandes sábios da história judaica. “Mesmo muito doente, ele falou que trocaria o olam habá (o mundo vindouro) por uma hora a mais de vida, para poder sorrir para alguém, falar e fazer mais alguma coisa boa, enfim, produzir amor.”

Concluindo, o rabino resumiu o significado da vida para o judaísmo: “Viver é amar, fazer o bem, tanto que D’us criou o mundo para poder dividir seu amor”. Para finalizar, entoou uma oração em lembrança às homenageadas.