Reflexões de Yom Kipur

Às vésperas da data mais importante do calendário judaico, Rebeca Rosenberg falou na Sede sobre o tema “Introspecção em Yom Kipur”. Como psicóloga, Rebeca fez a relação entre a terapia e a Teshuvá (arrependimento). “Devemos abrir nossos corações com sinceridade perante Deus, perante o terapeuta e perante nós mesmos”.

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Para ela, a introspecção deveria se tornar um hábito. “É uma forma de analisar nossas atitudes e sentimentos e perceber o que podemos fazer para melhorar, tentando ser ativas, usando o tempo que está a nossa disposição para o que nos faz bem e oferecendo uma palavra amiga a quem necessitar”.

Em seguida, a palavra foi de Sarah Steinmetz, que falou sobre os significados de Yom Kipur. “Esta é uma data de grande relevância do calendário judaico, uma vez que ela celebra a criação de algo muito importante para a humanidade: o perdão”, explicou. Segundo a representante do Beit Chabad Central, essa é uma chance de nos aproximarmos de Deus, sem intermediários.

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Sarah ressaltou que é importante sabermos o que pedir nesta data. “Claro que todo mundo quer a roupa da moda, trocar de carro por um do último modelo, mas esse é o momento de pedirmos bênçãos realmente relevantes e que irão fazer a diferença nas nossas vidas e daqueles que nos cercam”.

A WIZO-SP se une aos votos de Chatimá Tová, que todos sejam inscritos e carimbados no Livro da Vida.