WIZO Mundial celebra 95 anos

A revista WIZO, editada em Jerusalém, publicará depoimentos de chaverot de todas as federações para celebrar os 95 anos da WIZO Mundial. Foram escolhidas uma vaticá (mais experiente) e uma aviv (jovem) de cada local. De São Paulo, deram seus depoimentos Helena Lerner e Cynthya Kalili. Seguem, as entrevistas.

 

Helena Lerner, 95 anos, presidente do Grupo Ramat Gan da WIZO-SP

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WIZO Flash: Como foi o início na WIZO?
Helena Lerner: Comecei antes da formação do Estado de Israel. Naquela época, a entidade se chamava Escudo Vermelho de David e, juntamente com a Cruz Vermelha, costurávamos roupas para mandar para Israel.

WF: Qual era sua motivação na época?
HL: O sionismo e o amor por Israel.

WF: Como era a atmosfera no mundo judeu com relação a Israel?
HL: Era muito triste. Havíamos perdido seis milhões de judeus e a única chance de salvação era de se estabelecer em Israel.

WF: Que conselho você daria para uma jovem WIZO hoje?
HL: Eu lembraria que temos mais de 600 instituições em Israel e a aconselharia a se dedicar de corpo e alma na continuidade da nossa tarefa.

 

Cynthia Kalili, 46 anos, presidente do Grupo Tzeirot da WIZO-SP

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WIZO Flash: Há quanto tempo você está na WIZO?
Cynthia Kalili: Há sete anos.

WF: O que a motivou a participar deste movimento?
CK: Fazer um trabalho voluntário para auxiliar as pessoas.

WF: Como você motivaria sua geração para se envolver na obra da WIZO?
CK: Demonstrando o trabalho que é desempenhado e convidando a participar das ações da entidade.

WF: Quais são os maiores desafios enfrentados por sua geração no mundo judeu hoje?
CK: A descrença, a falta de sionismo e a mídia internacional manipulada com efeitos negativos na formação da opinião das novas gerações.